Sarcófago, por Mário Marinato

Copa do Mundo e Olimpíadas: Voluntariado

Eu não sei vocês, mas achei excelente a escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. Muita gente anda falando que vai ser a maior mamação de dinheiro da história do Brasil, que pode não dar certo, coisa e tal.

Sim, eu sei que todos estes problemas vão acontecer em maior ou menor grau, mas não dá pra negar sua importância para o Brasil e que serão eventos gigantescos, lindos, inesquecíveis.

E eu, claro, quero participar. Não quero ser apenas um sujeito passivo que vai ver a maratona passar. Eu quero dizer que, mesmo fazendo pouco, ajudei a tornar reais estes eventos.

As inscrições para a Copa 2014 ainda não estão abertas, mas já fiz meu cadastro para as Olimpíadas 2016.

E vocês, queridas leitoras, vão estar lá também?

Buzinas

Eu sou uma fábrica de ideias. Passo o dia inteiro tendo tudo quanto é tipo de ideias e teorias sobre qualquer coisa que passe pela minha cabeça. Uma que volta e meia me tem vindo à mente é sobre buzinas.

Desde que vim trabalhar no Rio de Janeiro passei a ter noção do quanto é sacal ficar trancado em um ônibus três horas por dia ouvindo buzinas para todos os lados. Os inventores do mp3 player têm um lugar cativo no meu coração, pois não sei o que seria da minha vida se não pudesse passar esse tempo ouvindo música.

Não consigo entender o que leva um boçal, que é o quarto ou quinto de uma fila de carros, a buzinar desesperada e freneticamente assim que o sinal abre. Ele acha o que? Que a sua buzina tem um poder mágico de empurrar os outros carros para a frente?

Aí vem a minha teoria sobre as buzinas: elas poderiam ter um número limitado de usos. E por limitado eu digo limitado mesmo, coisa de quinze a vinte buzinadas. Buzinou vinte vezes, já era, babau, vai ter que comprar outra. Buzina de moto, então, deveria durar menos tempo ainda.

Aposto que o mundo seria um lugar melhor de se viver.

Assim será minha monografia

Introdução

Capítulo 1 - O Que é Mineração de Dados

Dados - Informação - Conhecimento

1.1 - Definição
1.2 - História
1.3 - Funcionamento
1.3.1 - Resultados possíveis
1.3.2 - Algoritmos
1.4 - Exemplos


Capítulo 2 - Como o Weka Funciona

2.1 - História
2.2 - Interface
2.2.1 - Explorer
2.2.2 - Fluxo de Conhecimento
2.2.3 - Experimenter
2.2.4 - Linha de Comando
2.3 - Extensibilidade
2.4 - Biblioteca acessável externamente


Capítulo 3 - Estudo de Caso

3.1 - Sobre a cadeira
3.2 - Descrição do trabalho
3.3 - Resultados


Conclusão

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A introdução e a abertura do primeiro capítulo estão prontas. Querem ler?

Indicação de Blog Bom

(...) E imerso em minha própria felicidade, não tive tempo de acordar de um sonho e perceber que viver é igual em qualquer lugar do mundo. O que muda, se é que muda, é o tempo que demora para acostumarmos à paisagem até que fique cinza de novo. E novamente temos que fazer um esforço para redescobri-la, recriá-la... (...).

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(...) Eu não; acho que é uma oportunidade de ouro ouvir um pouco e talvez receber um grande ensinamento de quem vivencia a vida da maneira mais intensa possível: sendo esmagado por ela. (...)

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Agora que já sentiram o gostinho, façam-me o favor de adicionar o blog do Wellington Jesus à sua lista de assinaturas.

Profissionais Lêem Livros

Vivemos em um mundo tão rápido, em que soluções fast-food nos parecem a única saída sensata quando enfrentamos um problema durante um projeto, que esquecemos uma das obrigações de todo bom analista de sistemas: ler bons livros.

Mas quem quer passar dois meses lendo um volume de 400 páginas, pesado, feito daquela coisa ultrapassada chamada papel, quando uma busca rápida no Google pode resolver o assunto em 5 minutos?

Bastam umas boas palavras-chave, um par de cliques, um control-C-control-V que, voilá, o problema está resolvido antes que o seu chefe perceba que você estava tendo dificuldades e demorando com o serviço.

No máximo, os únicos livros que passam pelas suas mãos são aqueles livrinhos de referência vendidos a 15 reais em qualquer livraria de tecnologia.

Não quero aqui tirar o valor destes livros de consulta ou das buscas no Google. Eles são, sim, uma fonte valiosa de conhecimento que podem ajudar muito naquela hora em que nada mais parece funcionar. Quero, na verdade, mostrar que eles não são a única maneira de adquirir conhecimento. Livros, o bons livros, são uma das melhores companhias que um profissional de tecnologia pode ter.

A escolha de uma bibliografia e sua leitura metódica é um dos caminhos mais seguros para enriquecer a sua caixa de ferramentas como profissional.

Não se preocupe em devorar vários livros rapidamente. O mais importante é absorver conhecimento e não apenas ler por ler. Velocidade aqui é uma das coisas que menos importam. E também não se assuste se, às vezes, você não compreender muito bom o que ler, pois certas coisas exigem experiência.

Há um livro que comprei há quase três anos que até hoje não cheguei à metade, por ser um tanto complexo, mas cada vez que o pego, vejo com outros olhos coisas que já tinha lido e consigo entender o que antes parecia estar escrito em russo.

Lembre-se de algo interessante que já li em alguns livros: se você ler pelo menos um livro técnico por ano, pode se parabenizar porque já está acima da média: a maioria dos que trabalham na área simplesmente não lê um mísero livro por ano.

Pensando um pouco no assunto, acho que ler livros é uma das características que diferenciam os amadores dos profissionais. De que lado você está?


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Veja outros artigos que já escrevi sobre análise de sistemas e afins


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Vou publicar em breve uma lista de bons livros de TI, mas por enquanto minhas leitoras já podem passear pelas prateleiras do Submarino.